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AS PRINCIPAIS DOENÇAS DO SÉCULO 21

  • Foto do escritor: Jorge Viana
    Jorge Viana
  • 8 de ago. de 2023
  • 7 min de leitura

Tempos bons criam homens felizes, homens felizes criam tempos difíceis, tempos difíceis criam homens sofridos, homens sofridos criam tempos bons.


Esta tem sido a história da humanidade, o homem desde que se lembra de ser homem, vive neste carrossel de emoções, basta estudar a história da humanidade e percebemos que assim é.


Hoje em dia e com o avanço tecnológico as privações e o sofrimento humano, não se revela tanto nas suas crises sociais / materiais, mas prendem-se nas suas crises sociais / emocionais.


A vida moderna proporciona a cura para várias doenças e o avanço na medicina que antes era um desafio, hoje de uma forma ou de outra está ao alcance da maioria. As necessidades primárias, como o acesso à habitação a um trabalho e à educação, apesar de serem consideradas por muitos ainda deficientes e elitistas, não se comparam ao que viveram os nossos Pais e Avós.


Contudo, estas transformações também causaram mudanças no estilo de vida, revelando síndromes e problemas.


As doenças do século 21, quase sempre estão relacionadas com a saúde mental.


A rotina agitada do nosso dia a dia, as longas horas de trabalho e a falta de descanso estão entre as principais causas das doenças do século 21


E elas são:

  • Síndrome de Burnout;

  • Depressão;

  • Ansiedade;

  • Síndrome do Pânico;

  • Obesidade;

  • Transtornos alimentares;

  • Insuficiência Cardíaca.


As terapias de cura pelo toque são práticas ancestrais muito em voga nos tempos atuais. De acordo com a International Association of Reiki Professionals (IARP), o Reiki é «uma energia de cura subtil que usa uma força vital espiritual praticada em todos os países do mundo». Embora o Reiki seja de natureza espiritual, ele «não está associado a nenhuma religião ou prática religiosa.»


Cada vez mais clínicas e hospitais oferecem Reiki como terapia complementar para diversas doenças e condições de saúde. Os que recebem tratamentos de Reiki relatam alívio dos sintomas de inúmeras patologias, incluindo as do foro mental. Pesquisas mostram que o Reiki atua principalmente no alívio do stress, da ansiedade e da depressão, bem como no alívio da dor crónica.


ESTUDOS SOBRE O REIKI


Atualmente existem resultados suficientes de pesquisas que comprovam a eficácia do Reiki em diversas áreas da saúde.


O The Center for Reiki Research examinou alguns desses estudos segundo o processo denominado Touchstone, um método único e rigoroso de análise de estudos científicos usando Reiki, cujo objetivo é produzir um conjunto de resumos importantes derivados de um processo consistente e imparcial.


Para além destas pesquisas, vários estudos sobre Reiki demonstram os seus efeitos na saúde mental. No Reino Unido, o mestre de Reiki Joe Potter liderou uma investigação acerca da eficácia do Reiki. Na plataforma PubMed, pode encontrar-se igualmente dezenas de estudos que envolvem Reiki ou métodos de cura pelas mãos.


Nestas pesquisas, os tratamentos de Reiki produziram sinais claros de redução do stress, verificados pelas alterações das medidas autónomas e biológicas, como os batimentos cardíacos (Baldwin, Wagers and Schwartz, 2008) e informações celulares (Baldwin, Wagers and Schwartz, 2006).


Foram ainda levadas a cabo investigações de práticas de Reiki em animais que mostraram a sua eficácia.


EFEITOS DEMONSTRADOS DO REIKI SOBRE O STRESS, A DEPRESSÃO A ANSIEDADE E A DOR.


Um estudo com enfermeiras com Síndrome de Burn-out (Diaz-Rodriguez et al., 2014) revelou que os tratamentos de Reiki induziram estados de relaxamento significativo através de indicadores biológicos.


Outro estudo com pacientes vítimas de Síndrome Coronária Aguda (Friedman et al., 2011) registou indicadores fisiológicos de estados de relaxamento importantes aquando os tratamentos de Reiki.


Já Shore (2004) seguiu pacientes que sofriam de depressão ligeira e stress. Depois de seis semanas de tratamento e durante o ano que se seguiu, aqueles que receberam Reiki mostraram melhorias na depressão e nos estados de stress a curto e a longo-prazo.


Motz (1998), por sua vez, comprovou a total eliminação da típica depressão pós-operatória da cirurgia cardíaca em doentes que receberam Reiki durante a operação.


Dressing and Sing (1998) descobriram que o Reiki alivia níveis importantes de dor em doentes com cancro, assim como ansiedade e depressão. Nestes doentes, o Reiki mostrou-se eficaz ao melhorar a qualidade do sono, o relaxamento e a sensação de bem-estar a curto e médio-prazo.


Em doentes submetidos a histerectomia abdominal, o Reiki ajudou a reduzir a dor e a ansiedade (Vitale and O’Conner, 1998).


São vários os estudos que concernem o Reiki e os seus efeitos e verifica-se que esta terapia complementar está a tornar-se comummente aceite em clínicas e hospitais. Só o site The Center for Reiki Research lista cerca de 70 instituições onde se pratica Reiki repartidas entre os Estados Unidos, o Reino Unido, o Canadá, a Bélgica e a Argentina.


O Reiki é considerado um método eficaz e de custo reduzido para melhorar a saúde e a qualidade dos tratamentos que médicos, enfermeiras e corpo profissional da saúde começam a adotar no seu trabalho. A validação científica da eficácia do Reiki tem contribuído para o reconhecimento desta prática que ajuda pacientes a nível físico e mental.



Síndrome de Burnout

O trabalho pode ocupar um grande tempo do nosso dia, além de causar barreiras e limitações para os momentos de lazer e o convívio em sociedade. No entanto, nem sempre as pessoas se sentem realizadas profissionalmente.


Ainda pode causar problemas como exaustão mental e física e insatisfações. Portanto, a definição de Burnout é usada para se referir a algo que não funciona mais devido à exaustão.


Essa doença é muito comum por conta do processo de globalização, aumento da competição entre trabalhadores, surgimento de novas tecnologias e a necessidade de produzir uma grande quantidade no menor tempo possível, além de outros fatores que causam cansaço nos colaboradores.


Outro ponto que merece destaque é a sua grande prevalência em médicos que fazem residência, sendo considerados um grupo vulnerável dessa doença.


Depressão

É comum confundirmos a depressão com uma situação de tristeza profunda, mas a doença, em si, é grave e deve ser diagnosticada por um psiquiatra. Essa condição não é nova e está associada ao estresse do dia a dia. Algumas situações vivenciadas em uma grande cidade pode se tornar um gatilho, como violência, trânsito em excesso, rotina corrida, entre outras.

Embora o conhecimento sobre o problema aumente a cada dia, somente uma pequena parcela da população recebe o diagnóstico e tratamento adequados. Isso porque, em muitos casos, os sinais não recebem atenção ou são menosprezados por quem convive com o doente.


A verdade é que a depressão afeta qualquer indivíduo, sendo caracterizada pela perda de interesse em atividades prazerosas e tristeza profunda. Outros sintomas incluem o pensamento de suicídio, dificuldade para se concentrar, sono ruim, ansiedade e perda de apetite. O tratamento consiste no uso de medicamentos ou por meio da psicoterapia.


Ansiedade

A ansiedade que acompanha as vésperas de uma prova ou uma apresentação no trabalho é muito comum. Contudo, quando a situação se torna intensa e recorrente, é fundamental ficar atento. Ela é percebida quando a pessoa está nervosa, apresenta dificuldade para relaxar e se sente pressionada pelos compromissos diários.


Uma crise de ansiedade é provocada pelos conhecidos gatilhos emocionais, que são motivados por uma vivência específica ou, até, o consumo de álcool e café. Os sintomas mais comuns são gastrite e refluxo, inquietação, medos e preocupação em excesso, reforçando a ideia de que os problemas mentais refletem em todo o corpo.


Nesse caso, é importante ter um acompanhamento psicoterapêutico, fazer atividades prazerosas e ter uma boa alimentação.


Síndrome do Pânico

A síndrome do pânico é uma doença caracterizada pela ocorrência inexplicável, inesperada e repentina de uma crise de ansiedade aguda marcada por muito desespero e medo. A sensação que esse ataque gera é tão forte que a pessoa pode alterar a sua rotina, com receio de que esse tipo de situação aconteça novamente.


Caso o indivíduo desenvolva o surto em um local público, por exemplo, ele pode evitar esse espaço, isolando-se do convívio social. As causas principais da síndrome do pânico incluem o uso abusivo de certos medicamentos, fatores ambientais e genéticos, uso de drogas e o excesso de cobrança no ambiente de trabalho.


Os sintomas são parecidos com os da ansiedade, mas se tornam mais intensos nesse caso, como sensação de fraqueza, tontura, dor no peito, dificuldade para respirar, palpitação, suor em excesso e medo de morrer.


Obesidade

A obesidade é um problema muito comum nos dias de hoje em decorrência da falta de tempo para praticar atividades físicas e para se dedicar a uma alimentação saudável. Ela também é considerada um fator de risco importante para outras patologias, como diabetes e doenças cardiovasculares.


O diagnóstico é realizado por meio do cálculo do IMC. Ele é feito a partir de uma relação entre altura e peso corporal. Quando o valor é maior ou igual a 30 kg/m² a pessoa é considerada obesa.


Essa doença tem um caráter multifatorial, como históricos culturais, biológicos, socioeconômicos, políticos e familiares. Diante disso, é fundamental que as empresas incentivem a saúde dos colaboradores, integrando uma visão do bem-estar e da qualidade de vida. Portanto, é importante criar uma cultura de práticas esportivas com os trabalhadores.


Transtornos Alimentares

O século 21 proporcionou uma exposição maior a um novo padrão estético de magreza. Essa distorção da imagem é um fator que desencadeia os transtornos alimentares, como bulimia e anorexia. Em muitos casos, o diagnóstico é difícil de ser realizado.


É por essa razão que os médicos apontam alguns indicativos de comportamento que ajudam nessa situação, como dietas radicais, perda rápida de peso, restrição alimentar em excesso etc. Assim, é essencial tratar esses problemas por uma equipe multidisciplinar composta por nutricionista, psicólogo e psiquiatra.


Insuficiência Cardíaca

A insuficiência cardíaca está relacionada aos hábitos de vida modernos e à má alimentação. Esse transtorno impossibilita que o coração consiga bombear o sangue corretamente para o organismo, comprometendo as necessidades e funções do corpo. Os sintomas mais comuns incluem as pernas inchadas, falta de ar, diabetes e hipertensão.


Para prevenir o problema, é essencial adotar um estilo de vida saudável, como reduzir o consumo de sal, praticar exercícios físicos, restringir a ingestão de açúcar e gordura e controlar a diabetes e o colesterol alto.


Agora que você já conhece as principais doenças do século 21, saiba que a empresa tem um papel fundamental para evitar que os colaboradores contraiam essas patologias. Por isso, incentive a prática de atividades físicas, ofereça alimentos saudáveis na lanchonete da companhia e adote uma rotina de trabalho mais flexível, com momentos de lazer para os funcionários.

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