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Coronavírus e o Reiki

  • 11 de mar de 2020
  • 5 min de leitura

Só por hoje trabalho honestamente.

O que é o Coronavírus?


O novo coronavírus, intitulado COVID-19, foi identificado pela primeira vez em dezembro de 2019, na China, na Cidade de Wuhan. Este novo agente nunca tinha sido previamente identificado em seres humanos, tendo causado um surto na cidade de Wuhan. A fonte da infeção é ainda desconhecida.


Os Coronavírus são uma família de vírus conhecidos por causar doença no ser humano. A infeção pode ser semelhante a uma gripe comum ou apresentar-se como doença mais grave, como pneumonia.


Ainda está em investigação a via de transmissão. A transmissão pessoa a pessoa foi confirmada, embora não se conheçam ainda mais pormenores.


As pessoas infetadas podem apresentar sinais e sintomas de infeção respiratória aguda como febre, tosse e dificuldade respiratória.


Em casos mais graves pode levar a pneumonia grave com insuficiência respiratória aguda, falência renal e de outros órgãos e eventual morte.


O período de incubação ainda se encontra sob investigação.


Não existe vacina. Sendo um vírus recentemente identificado, estão em curso as investigações para o seu desenvolvimento.


O tratamento para a infeção por este novo coronavírus é dirigido aos sinais e sintomas apresentados.


O 2019-nCoV é um vírus e, como tal, os antibióticos não devem ser usados para a sua prevenção ou tratamento. Não terá resultado e poderá contribuir para o aumento das resistências a antimicrobianos.


A avaliação de risco encontra-se em atualização permanente, de acordo com a evolução do surto. O Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) e a Direção-Geral da Saúde (DGS) emitem comunicados diários com o sumário da informação e recomendações mais recentes.

O Reiki e o Coronavírus:

O Reiki, não mata bactérias e vírus, os anticorpos têm essa função.


Se o nosso sistema imunológico estiver forte e saudável, o nosso organismo terá defesas para se defender de qualquer bactéria ou vírus.


O Baço e o Timo, são os principais responsáveis pela produção de anticorpos no nosso corpo.


Ao aplicar Reiki estamos a reforçar o nosso sistema imunitário, tornando-o mais forte e activo.


Com esta nova ameaça do Coronavírus, deves reforçar a tua atenção mas posições do cardíaco e do plexo solar





Se for Terapeuta Voluntário?

O Reiki não é uma terapia invasiva, no entanto é uma terapia de proximidade.


O espaço onde se pratica normalmente é um espaço com dimensões controladas, tranquilo, e não exposto.


O contacto com o bacilo no ar pode ser considerado de risco alto.


É de nossa opinião que durante a ameaça desta pandemia que todos os praticantes de Reiki, deveriam evitar as terapias aos outros.


Neste sentido, a Itotonbo e o Núcleo de Viana do Castelo da Associação Portuguesa de Reiki - Monte Kurama, suspendem a sua actividade de Voluntariado com Reiki no Núcleo e nas Instituições Parceiras, até novas indicações.



Se for Terapeuta Profissional?


Se fizer do Reiki, a sua actividade profissional, deve tomar cuidados reforçados.


A definição seguidamente apresentada é baseada na informação disponível, à data, no Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doença Transmissíveis (ECDC), e é adotada pela Itotonbo e o Núcleo de Viana do Castelo da Associação Portuguesa de Reiki – Monte Kurama.





Como se transmite a infecção?

Considera-se que a COVID-19 pode transmitir-se:

− Por gotículas respiratórias (partículas superiores a 5 micra);

− Pelo contacto direto com secreções infeciosas;

− Por aerossóis em procedimentos terapêuticos que os produzem (inferiores a 1 mícron).

O atual conhecimento sobre a transmissão do SARS-CoV-2 é suportado no conhecimento sobre os primeiros casos de COVID-19 e sobre outros coronavírus do mesmo subgénero. A transmissão de pessoa para pessoa foi confirmada e julga-se que esta ocorre durante uma exposição próxima a pessoa com COVID-19, através da disseminação de gotículas respiratórias produzidas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou fala, as quais podem ser inaladas ou pousar na boca, nariz ou olhos de pessoas que estão próximas. O contacto das mãos com uma superfície ou objeto com o novo coronavírus e, em seguida, o contacto com as mucosas oral, nasal ou ocular (boca, nariz ou olhos), pode conduzir à transmissão da infeção. Até à data não existe vacina ou tratamento específico para esta infeção.


As medidas preventivas no âmbito da COVID-19 a instituir pelos terapeutas profissionais deverão ter em conta as vias de transmissão direta (via aérea e por contacto) e as vias de transmissão indirecta (superfícies/objectos contaminados).


Que Medidas de Prevenção posso adoptar no espaço onde faço terapia?

Disponibilizar para uso e dotar o espaço com:

- Solução anticéptica de base alcoólica (SABA) em sítios estratégicos, conjuntamente com informação sobre os procedimentos de higienização das mãos;


− Máscaras cirúrgicas para utilização do trabalhador e utente com sintomas (caso suspeito), ou sempre que as recomendações da DGS o recomendem;


− Máscaras cirúrgicas e luvas descartáveis, a utilizar, enquanto medida de precaução, pelos trabalhadores que prestam assistência ao trabalhador ou utente com sintomas (caso suspeito);


− Toalhetes de papel para secagem das mãos, nas instalações sanitárias e noutros locais onde seja possível a higienização das mãos;


− Contentor de resíduos com abertura não manual e saco plástico (com espessura de 50 ou 70 micra);


− Equipamentos de limpeza, de uso único, que devem ser eliminados ou descartados após utilização.


Quando a utilização única não for possível, deve estar prevista a limpeza e desinfecção após a sua utilização (ex. baldes e cabos), assim como a possibilidade do seu uso exclusivo na situação em que existe um Caso Confirmado;


− Produtos de higiene e limpeza. O planeamento da higienização e limpeza será relativo aos revestimentos, aos equipamentos e utensílios, assim como aos objetos e superfícies que são mais manuseadas (ex. corrimãos, maçanetas de portas, botões de elevador).


A limpeza e desinfeção das superfícies será realizada com detergente desengordurante, seguido de desinfetante, sempre que as recomendações da DGS o recomendem;


- Retira a obrigatoriedade de picagem com recurso à biometria, isto é, retira a necessidade de colocar dedo para realizar picagens obrigatórias no âmbito da gestão de assiduidade e passa a ser utilizado exclusivamente o livro de ponto, se se aplicar.

Como proceder perante um caso suspeito validado?

A DGS informa a Autoridade de Saúde Regional dos resultados laboratoriais, que por sua vez informa a Autoridade de Saúde Local.


A Autoridade de Saúde Local informa-o dos resultados dos testes laboratoriais e:


− Se o Caso for confirmado, este fica encerrado para COVID-19, sendo aplicados os procedimentos habituais, incluindo de limpeza e desinfeção. Nesta situação são desativadas as medidas do Plano de Contingência;


− Se o Caso for confirmado, a área de “isolamento” deve ficar interditada até à validação da descontaminação (limpeza e desinfeção) pela Autoridade de Saúde Local.


Esta interdição só será levantada pela Autoridade de Saúde.


Na situação de Caso confirmado:


Deverá:


− Providenciar a limpeza e desinfecção (descontaminação) da área de “isolamento”;


− Reforçar a limpeza e desinfecção, principalmente nas superfícies frequentemente manuseadas e mais utilizadas pelo doente confirmado, com maior probabilidade de estarem contaminadas.


Dar especial atenção à limpeza e desinfecção do posto de trabalho do doente confirmado (incluindo materiais e equipamentos utilizados por este);


− Armazenar os resíduos do Caso Confirmado em saco de plástico (com espessura de 50 ou 70 mícron) que, após ser fechado, será segregado e enviado para operador licenciado para a gestão de resíduos hospitalares com risco biológico.


− A Autoridade de Saúde Local, em estreita articulação com o médico do trabalho, comunica à DGS informações sobre as medidas implementadas, e sobre o estado de saúde dos contactos próximos do doente.


Só por hoje sou:

Calmo;

Não me preocupo;

Sou grato;

Sou honesto;

Sou gentil.


 
 
 

Comentários


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Jorge Viana
Seisei de Reiki

Sensei de Reiki, formado por João Magalhães, presidente da Associação Portuguesa de Reiki - Monte Kurama, com o número MFR0006APR;

Coordenador do Núcleo de Viana do Castelo da Associação Portuguesa de Reiki - Monte Kurama desde 2009;

Presidente e Fundador da Associação Methamorphys - Associação Portuguesa para o desenvolvimento Humano.

Mónica Maciel
Seisei de Reiki

Sensei de Reiki, formada por João Magalhães, presidente da Associação Portuguesa de Reiki - Monte Kurama, com o número MFR0007APR;

Coordenadora do Núcleo de Viana do Castelo da Associação Portuguesa de Reiki - Monte Kurama desde 2009;

Vice-Presidente e Fundadora da Associação Methamorphys - Associação Portuguesa para o desenvolvimento Humano.

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