Ignorância
- 25 de jan. de 2018
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Eram dois amigos não muito lúcidos. Decidiram fazer uma excursão e passar uma noite num estábulo. Caminharam durante toda a jornada. Ao cair da noite, alojaram-se, como tinham previsto, num estábulo da zona. Estavam extremamente cansados e caíram num sono profundo, mas de madrugada um pesadelo acordou um deles. Abanou o seu companheiro para o acordo e disse-lhe:
- Vai lá fora e diz-me se amanheceu. Verifica se o Sol já nasceu.
O homem saio e viu que estava tudo muito escuro. Voltou para o estábulo e disse:
- Está tudo tão escuro que não consigo ver se o Sol nasceu.
- Não sejas idiota! - exclamou o companheiro. - Não podes acender a lanterna para ver se já nasceu?
Há um adágio que reza:
«Depende de como estejam situadas as dobradiças, para que a porta abra para dentro ou para fora.»
Quando o entendimento está turvo ou distorcido, não é causa de precisão, mas de perturbação. O ser Humano deve excitar-se para ir purificando o seu entendimento e para desenvolver um correto discernimento. O termo «discernir» quer dizer «distinguir» e quando funciona corretamente é trivial, tentando procurar um sentido mais pleno para a existência.
O discernimento clarificado ajuda-nos a deduzir corretamente e a ter uma visão mais cabal do que está fora e dentro de nós, evitando distorções ou obscurecimentos do que compreendemos ou conhecemos.


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