Auto-conhecimento
- 4 de jan. de 2018
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Um rapaz da Índia foi enviado para uma escola de outro País para estudar. Passaram-se algumas semanas e um dia, o jovem veio a saber que havia outro rapaz indiano na escola, e sentiu-se feliz. Fez perguntas sobre aquele rapaz e soube que era da mesma aldeia que ele, e sentiu uma grande alegria. Mais tarde recebeu notícias de que o menino tinha a mesma idade dele, o que lhe provocou uma grande satisfação. Passaram mais umas semanas e comprovou finalmente que o rapaz era tal e qual ele e possuía o mesmo nome. Então, para verdade, a sua felicidade foi incomensurável.
O auto-conhecimento torna-se auto-realização. Conhecer-se é também ser e ser-se.
Através da auto-observação e da auto-vigilância, vamos desmascarando-nos e libertando-nos de falsas roupagens e vestimentas para encontrarmos o próprio centro. Não há felicidade maior do que conhecer o próprio centro. Não há felicidade maior do que conhecer a própria natureza real, que é como ir da periferia para o ponto de origem, da tosca máscara da personalidade para a essência resplandecente.
O percurso está minado de dificuldades, porque é preciso atravessar o terreno sombrio de caos e confusão que há na nossa psique, cujo véus ocultam o resplendor do SER.


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